domingo, 30 de outubro de 2011

Visita a um museu virtual


Ao visitar o acervo Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP[1] criando em 1947. Consta atualmente com o museu também virtual em quatro acervo o de esculturas, vitrais, exposições e  pinturas. Na coleção dos acervos desse museu podem serem encontradas obras de artistas modernistas brasileiro renomados como  Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Di Cavalcanti entre outros desse mesmo período. Também obras de artista como Tomie Ohtake, Evandro Carlos Jardim, Arcângelo Ianelli e de autores jovens artistas na arte brasileira.
Durante a visita virtual nos acervos do museu, o que mais me chamou a atenção, possivelmente pelo interesse artes, especialmente pinturas, foi uma tela a óleo intitulada “Carnaval “ que foi pintada em 1924 por Emiliano di Cavalcanti. Ver figura. A mesmas tem dimensões 90x75 cm, trata-se de uma pintura contemporânea.   Essa tela têm traços e contornos fontes com diferentes fundos, de cores também fontes e vibrantes representar uma das principais culturas popular brasileiras. Essa obra é rica em detalhes. durante a contemplação dessa pintura  é possível percebe o movimento das pessoas, a dança e música.
Essa pintura trata-se de um objeto relevante no cenários da arte brasileira pela sua forma e expressividade artística brasileira. E uma excelente recurso metodológico para se aborda o ensino de História nos diferentes níveis de ensino da Educação  Básica ou do Ensino Superior  no processo de ensino e aprendizagem.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Trocando ideias parte 2: reflexão de música que retrata um acontecimento histórico


Para realização dessa atividade optei por escolher uma das cantiga de trabalho das distaladeiras  de fumo dos salões da minha família no município de  Arapiraca – AL cantadas em meados do  século XX.  As destaladeiras eram mulheres de grandes expressões verbais, essas mulheres manifestavam os seus pedidos e insinuações aos proprietários dos salões de fumo em meio à própria cantoria O trabalho aparentemente simples era cansativo, pois praticando os mesmos movimentos por muitas horas deixava as destaladeiras improdutivas, então para vencer a monotonia resolveram quebrar o silêncio cantando algumas modinhas, improvisando  versos para animar o salão e tirar o fumo todo, isto é, destalar.
As cantigas se tornaram de tanta importância no processo de destalação que os fumicultores disputavam entre si, pelas melhores vozes das destaladeiras para levá-las ao salão e assim o processo de destalação virou uma grande animação. Na     cantiga, “Tô chorando por você”, é possível observar ensinamentos, ousadia e/ou coragem, a mesma conta a história de como era os namoros de antigamente na janela das casas no interior do Estado. Nesse período  Muitas moças que foram vista na janela  com rapaz foram obrigadas a casarem antes que ficassem mal faladas na região.   
Essa cantiga apresenta características lírica, sarcástico, satírico, irreverente, espirituoso e de roedera, que também é conhecido como paixão recolhida era entoadas em várias vozes, mesmo sem combinação e sem saber o quem era a primeira ou a segunda voz, em um salão com vinte mulheres, três ou quatro eram as líderes (tiradoras de versos), as outras acompanhavam cantando o refrão da música TÔ CHORANDO POR VOCÊ.

Trocando Ideias parte I: Música que retrata um acontecimento histórico



TÔ CHORANDO POR VOCÊ


Tô chorando, to chorando
Tô chorando por você
Se você num acredita
Vou chorar pra você vê

Minha mãe num quer que eu case
Nem meu pai que eu namore
Eu namoro por capricho
Nem que uma bala me tore

Tô chorando, tô chorando...

Tava na porta cosendo
E a linha deu um nó
Se quiser falar comigo
Venha amanhã que eu to só

Tô chorando, to chorando...

Fiu subindo até o céu
Preguntei nossa senhora
Se o namoro fô pecado
Êita eu peco toda hora

Tô chorando, to chorando...

Minha mãe me deu uma surra
No namoro da janela
Mas num sabe que um netinho
Vai chegar na casa dela.

Cântiga de trabalho



LIVRO DE DIDÁTICO: AMIGO OU INIMIGO DO PROFESSOR


O Brasil tem um dos maiores programa de distribuição de livro didático do mundo. E muito se tem discutido acerca da relevância do uso desse recurso pedagógico na prática educativa do professor nas instituições de ensino escolar. Para alguns professores o livro didático é entendido como um aliado fundamental no processo de ensino e aprendizagem da Educação nos diferentes níveis de ensino. Para outros da mesma categoria profissional o mesmo é compreendido como um recurso que tira a autonomia do docente que lecionar conteúdos historicamente acumulado pela humanidade.
Muitos pesquisador (a) como Fonseca (2003) defende que: “O livro didático é, de fato, o principal veiculador de conhecimentos sistematizados, o produto cultural de maior divulgação entre os brasileiros que têm acesso à  Educação.” Nesse sentido, os mesmo se configuram com um recurso fundamental  de apoio ao professor, tendo em vista, que abordar  conteúdos curriculares e reflexões básicas necessário para a formação do sujeito e  conhecimentos que subsidia para os anos subseqüentes de ensino escolar, além de, trazer um guia de  orientações para o desenvolvimento dos conteúdos e atividade. No entanto, não deve ser o único recurso utilizado em sala de aula é preciso que seja complementado com outros recursos,  que também propicie ao aluno uma vivencia com outros  instrumentos  de auxilio ao ensino e aprendizagem como os livros paradidáticos, revistas entre outros.
Nas escolas brasileiras o próprio professor é quem escolher o livro didático a ser adotado na instituição que lecionar. Para isto, é preciso que ao avaliar o livro didático, leve sempre em consideração aquele que melhor atenda a necessidade e realidade do contexto que será adotado. Para que não ocorra no ano seguintes que algum professor discorde das propostas do livro escolhido e se recuse a utilizar o livro didático escolhido, geralmente são professores que não participaram por alguma razão da escola dos mesmo, excluindo muitas vezes  do cotidiano do aluno e substituído Por outro livro que somente ele tem o exemplar ou seja substituído por   atividade Xerox copiada o que é muito complicado porque se o professor ao retirar o direito do aluno ao  acesso ao livro didático muitas vezes estar  tirando o único livro que a criança têm  acesso. Uma outro situação  que alguns professores vê o livro didático com um inimigo é quando mesmo não sabe utilizá-lo como um recurso que auxiliara no  exercício do magistério na sala de aula. Além de  alegam que o livro didático retirar a autonomia do professor.  Vale destacar, o problema não está na proposta do livro didático e sim no modo com o professor trabalhar esse recurso e dá valor ao mesmo.
Contudo, entende- se        que o livro didático é um recurso fundamental  que auxiliar no ensino e aprendizagem, e que seu uso precisar ser sempre incentivado pelo professor nos ambientes de escolares seja de instituição da rede pública ou privada. O livro didático representa um verdadeiro amigo do professor. 

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

FORMATURA


FONTE HISTÓRICA: LAGOA MUNDAU - AL


POEMA

CASA DE AVÓ

Casa de avó
é navio Pirata
em alto-mar,
Estrela cadente 
para sempre no ar.

Avó tem um pouco
de fada, um pouco 
de árvore encantada.

Quando a Avó anda, 
O mundo inteiro  balança,
e uma onda de amor
varre quem está junto dela.

Dentro da casa da Avó, 
todos os caminhos vão dar,
no país  do luar.

Roseana Murray


Durante o curso de pedagogia... participei de ensino, pesquisa, monitoria e extensão além de ter vivenciado experiencias incríveis em uma das pro- reitorias da minha  instituição. todas essa atividades foram significativa para minha formação docente . As quais  favoreceu um maior  desenvolvimento de habilidades e competência diversas nas áreas de educação.  

A escolha do curso...

A história que você vai ouvi agora, diz repeito apena a mim... antes mesmo das inscrições para vestibular  eu já tinha certeza do curso que iria me escrever. E  essa certeza veio em um tarde de verão, quando foi a casa de uma pessoa da minha família. E a mesma esta ao telefone com um colega falando de um evento sobre EAD, e fiquei ali por  perto, ouvindo aquela conversa que me deixava fascinada com as palavras que ouvia, naquela momento  fui contagiada pelo curso de pedagogia. e aí que descobrir o que queria da fazer por toda minha vida. Ser professora.